RSS Feed

Sinusite na visão metafísica

Posted by Magali Marcadores:


Processo inflamatório dos seios paranasais, que são cavidades nos ossos do crânio ao redor do nariz e que se comunicam com as fossas nasais. Em virtude dessa comunicação, as infecções e alergias das fossas nasais facilmente se propagam para os seios paranasais e vice-versa.

Os sintomas da sinusite são dor de cabeça logo acima do nariz e na região frontal, coriza, obstrução nasal, podendo haver também tosse, febre, irritação ocular e dor de garganta.

Segundo Jack M. Gwaltney, pesquisador da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, "a sinusite não é uma complicação da gripe, mas uma parte integrante dela."

A causa metafísica da sinusite é uma grande irritação com alguma pessoa de seu convívio diário. O frequente contato com a mesma só aumenta a sensação de incômodo. Esse mal-estar ocorre devido ao comportamento que o outro apresenta, chegando esse fato ao ponto de provocar uma sinusite.

A ira é proveniente das expectativas feitas sobre aquela pessoa. É muito comum nutrirmos esperanças acerca de alguém.

Quando não somos correspondidos, vem a decepção. Na medida em que formos realistas e encararmos a realidade, conseguiremos superar o choque e administrar as divergências, sem comprometer nosso estado de humor.

Em relação a algumas pessoas intimamente ligadas a nós, é difícil abandonar a carga de expectativas projetadas. Por exemplo, uma mãe que idealiza ver seu filho formado e bem-sucedido numa determinada carreira ficará revoltada se por algum motivo ele abandonar os estudos.

Na relação conjugal existem muitas expectativas sobre o parceiro. Durante a convivência, um vai se revelando para o outro. Nesse momento podem surgir as decepções. Geralmente quem mais se abala é aquele que levou para o relacionamento uma série de sonhos. Por causa das frustrações surge a indignação, que precede os casos de sinusite. Outra situação que pode desencadear as causas metafísicas da doença é a da criança que se decepciona com os pais. Com a queda do mito, ela se revolta e passa a conviver irritada.

Pode-se dizer então que a sinusite surge porque a pessoa não sabe trabalhar com as expectativas feitas sobre os outros.

Na maioria dos casos, em vez de expressar de alguma forma o que sente, prefere omitir esses sentimentos, para se fazer de boa companheira. Já outras vivem falando, mas não são ouvidas; nesse caso ficam ainda mais irritadas por não receberem a devida atenção. 

Do livro Metafísica da Saúde
 
Luz e Paz na caminhada

Males do esqueleto e da coluna vertebral

Posted by Magali Marcadores:


O esqueleto e os ossos representam nossa estrutura, nossa arquitetura interior. Cada vez que sofremos dos ossos, isso significa que o sofrimento está nas nossas estruturas interiores, nas nossas crenças quanto à vida. A maior parte dessas estruturas é não consciente. São os nossos arquétipos mais profundos, sobre os quais nos apoiamos inconsciente e permanentemente no nosso cotidiano, na nossa relação com a vida. As grandes crenças dos povos (histórias, culturas, costumes, religiões) fazem parte desses arquétipos, como também as questões mais pessoais como o racismo, a ética, o sentido da honra, da justiça, as perversões ou os medos viscerais. Os ossos são o que há de mais profundo no nosso corpo. É em tomo deles que tudo é construído, é sobre eles que tudo repousa, se apoia, no entanto, são também o que há de mais duro, rígido e sólido dentro de nós. É neles que está abrigada a medula óssea, essa "Pedra Filosofal Interior" onde acontece a mais secreta alquimia humana. Logo, eles representam o que existe de mais profundo dentro de nós, na nossa psicologia não consciente; eles são a arquitetura desta última. "Os ossos são aqueles sobre os quais e ao seu redor é construída e repousa nossa relação com a vida."
Quando nos encontramos profundamente perturbados, atingidos, transtornados no que diz respeito às nossas crenças profundas, de base, em relação à vida, àquilo que nós acreditamos que ela é ou deve ser, nossa estrutura óssea o expressará através de um sofrimento ou de um dissabor. É por essa razão que, por exemplo, o fenômeno da osteoporose se desenvolve particularmente em algumas mulheres. Porém não em todas, depois da menopausa. Ela se desenvolve na proporção que a mulher vive a menopausa como uma perda da identidade feminina, pois a imagem padrão profunda da mulher ainda se resume em ser aquela capaz de procriar. Aliás, esse foi mesmo o seu único "papel" social durante muito tempo. As mulheres estéreis ou que estavam na menopausa eram, na verdade, vistas pela coletividade ou pela família como inúteis, improdutivas, a ponto de, na maioria das vezes, serem repudiadas pelo marido.
São raros os prejuízos causados à estrutura óssea e eles têm, de preferência, uma tendência a se localizar em lugares precisos do corpo (perna, braço, cabeça, punho etc.). Cada vez que isso ocorrer, a significação da mensagem estará diretamente relacionada a este lugar, embora sabendo que o problema ali expresso é profundo, estrutural, ligado a uma crença fundamental que, certa ou errada, está sendo perturbada pela vivência da pessoa.

Do livro: Diga-me onde dói e eu te direi por quê 


Sempre que nos propomos a estudar, conhecer, a Vida abre portas para que haja transformações, dentro do possível. Sendo assim, aqui, está uma semente para que, de nossa parte, há permissões para seu crescimento e fortalecimento... 

Luz e Paz

Tensões como sinais

Posted by Magali Marcadores:


Há um sinal que surge de uma sensação de incomodo, como, tensões dorsais, dificuldades digestivas, pesadelos, mal estares físicos ou mal estar psicológico, entre outros.

Estamos no estágio "normal" de expressão da tensão interior. O Não-Consciente faz uso de uma sensação fisiológica ou psicológica para exprimir o que se passa. É O Mestre ou Guia Interior que sinaliza e diz que algo não vai bem. Se a pessoa estiver "aberta", pronta para compreender e aceitar a mensagem no nível do seu Consciente realizará as mudanças comportamentais necessárias e as tensões desaparecerão. Quanto mais o indivíduo houver trabalhado a sua própria pessoa e estiver em coerência consigo mesmo e com as partes mais sutis e mais poderosas de seu interior, isto é, o Não-Consciente, mais sensível e mais capaz ele será de perceber e receber as mensagens do primeiro tipo e de compreendê-las. Havendo chegado a certo nível, ele poderá mesmo preveni-las. Infelizmente, temos muita dificuldade em ser receptivos a partir desse nível. Há numerosas razões para isso, sobretudo a nossa tendência natural para o que é fácil, somando nossa cultura que separa as coisas e faz com que não saibamos mais como uni-las. Assim sendo, desenvolvemos nossa surdez interior. Este primeiro nível de mensagens é, no entanto, riquíssimo e não é o único. Numerosos sinais também chegam até nós, vindos do nosso meio ambiente, particularmente através do que chamamos de "efeito espelho".

Para poder se fazer ouvir, o Não-Consciente, às vezes, também recorre aos dois outros tipos de mensagens, os traumatismos e as doenças.

Devido à preocupação e à necessidade de eficiência, ouso dizer que esses tipos são visivelmente mais fortes e agressivos. Os traumatismos e as doenças nunca coincidem no tempo quando o problema é a origem da tensão. Esse desajuste é proporcional à nossa surdez, à nossa incapacidade de entender as mensagens. Talvez isso se deva à existência de uma sensibilidade extrema ou à nossa recusa em mudar, tornando-os mais fortes. O desajuste é mais importante para a doença do que para o traumatismo. E é ainda maior quando se trata da tensão, ou melhor, sua significação é "recusada" especialmente porque esta atinge zonas de sensibilidade muito fortes no indivíduo. Quando ela está relacionada aos pontos-chave da pessoa, seus efeitos chegam mesmo a se manifestar nos planos do consciente, em encarnações diferentes.

Texto extraído do livro: Diga-me onde dói e te direi porquê


 Vale sempre perceber quando saímos do foco, do centro de nossa Alma e nos perdemos no mundo externo e caótico... Então... Vamos aproveitar para relaxar um pouco...

Salve a Paz 

Viver ou modernizar

Posted by Magali Marcadores:


A comunicação e seus meios nunca estiveram tão desenvolvidos, poderosos e "performáticos" como na época em que vivemos. A imagem do homem moderno é a do "executivo dinâmico", sentado atrás da sua mesa do escritório sobre a qual os telefones, convencional e celular, o fax e o microcomputador representam os acessórios do poder de comunicação com o mundo inteiro e a todo instante.

No entanto, o quadro está longe de ser tão idílico quanto esse. Essa comunicação é, de fato, vazia na maioria das vezes e só entretém a sua própria ilusão (quando não é, aliás, praticada de maneira deliberada). Todos esses dispositivos não passam de próteses, de excrescências, compensadoras da nossa incapacidade de ser e de mudar verdadeiramente e que nos deixam enganar cada vez mais, ou então de transcender o nosso medo do outro.

Nosso modo de vida atual, a onipresença e o poder soberano da mídia, a armadilha do materialismo, a aceleração permanente do nosso cotidiano nos levou, pouco a pouco, a confundir vida com existência, vida com agitação, vida com frenesi. Isso ocorreu com o nosso consentimento implícito, até mesmo para satisfazer as nossas exigências. Sempre mais, sempre mais rápido, eis o nosso slogan, o nosso motivo condutor, mas para fazer o quê? Para acordar um dia doente ou deprimido, seja qual for a idade, e constatar tristemente que passou ao largo de si mesmo, ao largo da vida?

A nossa sociedade, a nossa educação e também certa facilidade atual nos levaram a procurar a satisfação de nossos desejos através do que nos é exterior. Aprendemos então a gerar, disciplinar, dominar, possuir ou comunicar-nos com esse exterior. Essa corrida desenfreada nos distancia de nós mesmos cada vez mais e nos esvazia do nosso próprio conteúdo.

Somente a morte ou a doença nos coloca, por obrigação ou à nossa revelia. novamente diante de nós mesmos. Nesse momento, a confusão é grande. Então, que homem é esse que nós descobrimos se olhando tristemente no espelho? O que significa esse corpo que nos faz sentir dor? Que ser é esse, quase desconhecido, que jaz aí na cama? Contudo, ele é nosso primeiro e único interlocutor verdadeiro. Aquele com o qual, na verdade, nunca falamos e que nem tivemos tempo de identificar, ou seja, nós mesmos! Essa descoberta é, pois, tão intolerável que pedimos ao nosso médico para nos dar algo que faça calar esse sofrimento que não deve acontecer em nossa vida. No entanto, se nós soubéssemos! Na realidade, esses males são somente os gritos desesperados que a vida e o nosso corpo enviam aos nossos ouvidos tapados, ensurdecidos por todo esse barulho que fazemos ao nos agitarmos. São sinais de alerta, testemunhas dos nossos desequilíbrios, mas não podemos ouvi-los e, menos ainda, compreendê-los.

Faz-se necessário, devolver o ser humano à sua ambiência e à sua globalidade.

Estudar as razões e as regras de funcionamento deste jogo extraordinário que é a vida.

É essencial, enfim, aprender a identificar e a compreender nossas dores, tensões e sofrimentos, a fim de poder detectar a recepção da mensagem e de fazer o que for necessário para que isso mude.

Através das práticas de técnicas energéticas como o Shiatsu, pode-se constatar até que ponto o corpo de cada um de nós fala, para não dizer que grita, sobre o que realmente sofremos dentro de nós mesmos. Nossa realidade profunda, nosso inconsciente, nossa psique, nossa alma nos falam, nos dizem permanentemente o que vai mal. Mas não escutamos nem ouvimos. Por quê?

São dúbias as razões da nossa surdez. Para começar, não somos capazes, ou então não temos vontade, de prestar atenção nas mensagens "naturais" que nos são enviadas pelos sonhos, intuições, premonições, sensações físicas, etc.

Elas devem se tornar cada vez mais fortes e poderosas, ou seja; as doenças, acidentes, conflitos, morte, bem como outras situações destrutivas, para que possamos, enfim, ouvi-las ou para nos obrigar a parar de uma maneira ou de outra.

A segunda razão é que se não podemos, na maioria das vezes, evitar a dor, não sabemos decodificá-la, lê-la. Ela só pode servir, então, para interromper momentaneamente o processo inadaptado, mas não para compreendê-lo e mudá-lo radicalmente.

Ninguém nos ensinou de fato a traduzir tudo isso. Nossa ciência parcial separou o nosso corpo do nosso espírito. Ela o analisa, o disseca e o estuda como se fosse uma máquina e os nossos médicos, em sua maioria, tomaram-se excelentes mecânicos.

Somos tal qual marinheiros que recebem mensagens em Morse apesar de jamais tê-lo aprendido. O bipe incessante acaba sendo desagradável e nos constrangendo, nos incomodando. Apelamos para o mecânico de bordo para que bloqueie o sistema ou então, mais grave ainda, corte os fios para fazê-lo calar-se e conquistar, assim, uma paz aparente. Só que o bipe nos prevenia sobre a existência de uma rachadura no casco e de que teria sido necessário tapá-la.

É essa linguagem que precisamos aprender a decodificar. Mas podemos também tentar compreendê-la. Não é uma boa ideia simplesmente propalar que certa dor significa tal coisa. Isso seria praticar um sintomatismo elaborado. É importante explicar também por que isso funciona assim. 

Texto do livro: Diga-me onde dói e eu te direi porquê


 Viver ou se modernizar... A escolha é de cada um, porém, a consequência virá com certeza... A lei é para todos e igual em sua ação, assim sendo, minha ação me reverte em uma reação. O corpo reage aos pensamentos e emoções, por isso, é necessário, vivermos uma Vida mais simples se quisermos nos tornarmos humanos mais saudáveis... 

Que o Criador nos conduza e nos possibilite maior lucidez.