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Glândula Pineal na visão metafísica 2ª parte

Posted by Magali Marcadores:


A pineal relaciona-se com o despertar da alma que anima o corpo físico, expressando, por meio dele os atributos de um ser espiritual e eterno no mundo material. A vida humana representa uma importante trajetória de ascensão espiritual.
As condições mais profundas do ser manifestam-se no corpo, mobilizando os suprimentos de energias vitais, para manter as condições biológicas em bom estado de funcionamento. O estopim manifestador dessas forças espirituais é a vontade.
A vontade é diferente do desejo; este é fruto da mente.
O desejo é desencadeado por aquilo que identificamos na vida e colhemos do meio: selecionamos, comparamos e, por fim, desejamos. O objeto dos nossos desejos é sempre algo absorvido do meio externo. Você deseja viajar para certo lugar, por exemplo, porque seus amigos lá estiveram e elogiaram o passeio; isso o contagiou, fazendo-o desejar ir também para aquele local.
Já a vontade é algo que emerge espontaneamente do mais íntimo do ser. É um estado espiritual, que provoca uma reação corporal, causando estímulos viscerais.
Nem sempre nossas vontades são compatíveis com a realidade externa.
Geralmente almejamos algo que não condiz com as probabilidades do ambiente.
Saciar uma vontade não é uma façanha impossível, mas exige empenho e dedicação.
Dificilmente as pessoas que nos cercam compartilham das mesmas vontades nossas.
Pode-se dizer que as vontades são estados próprios, que somente nós sentimos.
Para tanto, ficamos imbuídos de uma grande força realizadora, ampliando a chance de sermos bem sucedidos, favorecendo a conquista de nossos objetivos.
Caso, num certo momento, você não possa agir de acordo com suas vontades; não faltará, oportunidade. Haverá o momento de você se dedicar àquilo que aspira realizar.
Não espere que os outros sejam partidários da execução de suas vontades, porque somente você tem o compromisso de realizar o objeto de suas vontades, e não os outros.
Isso mostra a importância de direcionar nossa vida de acordo com os princípios internos e não de nos rendermos ao meio externo, deixando-nos abater pelos conceitos e valores adotados pela mente. É imprescindível assumirmos o poder de decisão, sermos originais, fazendo prevalecer nossos atributos internos no meio externo.
As informações colhidas do ambiente servem como norteio para nosso fluxo pela vida. Esses conteúdos formam os registros mentais, compondo o universo consciente.
Somos induzidos a crer que o modelo ideal de ser ou de proceder na vida é aquele estabelecido pelo meio em que vi, vemos. Com isso, perdemos o contato com nossa verdadeira essência, passando a seguir os modismos da sociedade.
Da mesma forma que colhemos do meio externo o modelo que implantamos sobre nós, também transferimos para fora aquilo que só existe interiormente, como o poder de coordenar os processos biológicos e a condição de atuar na vida de maneira majestosa para sermos bem-sucedidos nos projetos existenciais.
O bom uso do poder desenvolve as habilidades para liderança. As pessoas que conseguem se organizar na, vida, harmonizar dos pensamentos, despertam o carisma.
Essa força contagia positivamente aqueles que estão ao redor, facultando a essas pessoas o poder da liderança.
Já aqueles que têm o poder mal resolvido; melhor dizendo, que não assumem sua própria vida, nem sequer controlam os próprios pensamentos, passam a dominar negativa, mente a vida dos outros. Portanto, as pessoas controladoras são aquelas que apresentam frustrações, pois não conseguem exercer poder sobre sua própria vida.
Para ajustar a manifestação do poder, é necessário assumir a si mesmo e empregar suas habilidades na realização dos próprios objetivos. Desse modo, obtém-se uma boa condição interna e, consequentemente, harmonia com o ambiente.
Quando tomamos uma atitude de comando sobre nossa vida, reorganizamos os campos energéticos e restabelecemos a saúde do corpo. Um exemplo disso ocorre quando estamos motivados e dizemos que não vamos adoecer nem podemos ficar doentes, pois temos muito que fazer e não sobra tempo sequer para ficar doente.
Nossa firmeza de decisão representa uma autoridade sobre o próprio corpo, evitando que ele adoeça. Essa ligação é estabelecida através das funções energéticas da pineal, importante glândula de coordenação dos órgãos internos, permitindo-nos implantar controle indireto sobre todo o organismo.
No âmbito metafísico, a pineal também se relaciona com o foco da consciência, onde se manifesta a lucidez, nos possibilitando maior percepção de nós mesmos. O próprio poder exercido adequadamente promove a elevação e amplitude do estado de consciência.
Os horizontes mentais são ampliados de acordo com a riqueza de informações colhidas do ambiente. O nível de consciência é responsável por dar clareza de raciocínio e melhorar a assimilação das situações da vida. Quanto mais elevada for a consciência, melhor será a vertente de ideias, possibilitando maior compreensão dos processos existenciais.
A consciência funciona como um manifestador do ser, uma espécie de piloto que organiza as informações mentais, possibilitando o florescer dos aspectos que permaneciam na obscuridade, como uma espécie de luz que clareia, trazendo para o universo consciente as condições inerentes ao ser.
A amplitude da consciência possibilita o descortinar dos potencias latentes na alma, tornando a pessoa mais lúcida de si mesma e com pleno domínio dos seus recursos espirituais. 

Texto extraído do livro Metafísica da Saúde

Escolhas conscientes... Sabemos como fazê-las? Então... Se não busquemos o conhecimento para entender melhor esse processo... Se sim... Intensifique e assim auxiliaremos os demais... 

Luz e paz na caminhada

Glândula pineal na visão metafísica 1ª parte

Posted by Magali Marcadores:



A glândula pineal é uma estrutura cônica do tamanho de uma ervilha, localizada no centro do cérebro. Sua função é produzir a melatonina. Quem marca os compromissos biológicos diurnos e noturnos é a pineal, por meio da melatonina, que é secretada somente durante a noite. Sua presença ou ausência na corrente sanguínea dispara funções cerebrais que preparam o corpo para o sono ou para a vigília. Esse hormônio também age em todo o organismo, regulando as atividades corporais e mantendo o ritmo biológico.
O corpo humano, como o da maioria dos animais, produz a melatonina em abundância na juventude. No entanto, durante a puberdade os níveis desse hormônio sofrem ligeira queda, porque ele exerce ações inibidoras nos órgãos reprodutores, que nessa fase da vida estão no auge do desenvolvimento. O fato de ele encontrar-se reduzido nesse período colabora com o processo de maturidade dos órgãos reprodutores. A partir daí, as taxas de melatonina no organismo de um jovem voltam a subir, apresentando novo declínio na velhice (entre 60 e 70 anos). Aos 60 anos, a quantidade de melatonina na corrente sanguínea corresponde praticamente à metade da apresentada na fase dos 20 anos. Por volta dos 70 anos, os níveis são muito baixos; em algumas pessoas, quase nulo.
Estudos recentes feitos pela classe científica atribuem a melatonina importantes funções no corpo, como: atenuação da insônia, ajudando as pessoas a dormir melhor, induzindo o sono sem causar dependência; combate aos efeitos do "jet lag" (alterações no relógio biológico que interferem no ritmo corporal, devidas à brusca mudança de fuso horário que ocorre, principalmente, em viagens intercontinentais); proteção das células contra os danos Provocados pelos radicais livres, retardando o envelhecimento; fortalecimento do sistema imunológico, melhorando as defesas do organismo.
Muitas pesquisas estão sendo realizadas com o objetivo de utilizar a melatonina sintética, produzida em laboratório, para os casos acima. Como se trata de assuntos como longevidade, imunidade e bom sono, isso provoca nas pessoas grande expectativa por soluções para essas condições. Sendo a melatonina uma alternativa em estudo, pode despertar em alguns o desejo de usá-la precipitadamente ou sem acompanhamento médico.
Enquanto esses estudos não forem concluídos, não devemos nos aventurar na ingestão desses medicamentos. Somente um especialista da área médica está gabaritado para orientar a respeito da utilização desse hormônio.
A descoberta dessa importante substância hormonal produzida pela glândula pineal é algo recente na medicina.
Até pouco tempo atrás, essa glândula não tinha uma função definida no corpo.
Sabia-se que nenhuma Outra glândula exercia efeito hormonal sobre ela, mas também não se atribuía a ela função biológica específica.
Antes mesmo da descoberta da melatonina e de seus importantes efeitos na coordenação dos processos fisiológicos, a glândula pineal ocupou um lugar de destaque entre os filósofos, os místicos e alguns segmentos religiosos. A ela é atribuída posição de suprema coordenação energética, e ela é um dos principais chacras do corpo.
Ao longo do tempo, a glândula pineal recebeu várias denominações, como "sede da alma", "glândula do saber" e "radar psíquico". Para os hindus ela representa o "centro de força”; já para os ocultistas, "olho de Shiva", representando o elo entre o macrocosmo e microcosmo. Em suma, essa glândula sempre foi considerada pelos místicos, filósofos e algumas religiões como uma espécie de central de comando do corpo e de conexão com o divino.
A glândula pineal também é conhecida como epífise, palavra de origem grega: "epi" significa acima, de ordem superior "fise" origina-se da palavra "phisis", cujo significado denota natureza; portanto, a etimologia dessa palavra corresponde aos aspectos metafísicos atribuídos a essa glândula, que é a natureza do ser e estado elevado da consciência.
Metafisicamente, a glândula pineal é considerada a região do corpo onde se localiza o principal foco da consciência e da lucidez do ser humano. É uma espécie de referencial físico manifestador do "eu superior". Representa nossa capacidade de definir os objetivos e assumir uma direção na vida.
Pode-se dizer que por intermédio dela assumimos a coordenação dos diversos centros energéticos do corpo, os chacras, e consequentemente estabelecemos boas condições corporais, possibilitando a manifestação do ser na vida orgânica.
Nossas escolhas definem imediatamente uma condição corporal. O organismo prepara-se para a execução daquilo que foi assumido por nós. Caso nossa escolha seja, por exemplo, participar de uma atividade, mesmo sendo exaustiva, o corpo fornece energias suficientes para realizá-la. O organismo atende ao nosso comando por meio dos hormônios. Eles são mensageiros bioquímicos que estabelecem uma imediata condição corporal, compatível com nossas posturas interiores perante o meio externo. Cada substância desempenha uma função específica no corpo, no sentido de estabelecer um estado biológico compatível com aquilo que sentimos.
Em suma, nós decidimos o corpo "obedece", e a vida se rende às nossas determinações. 

Texto extraído do livro Metafísica da Saúde

 

Bato na mesma tecla... Conhecimento é essencial para mudanças e para o processo evolutivo de todos nós... Assim sendo, dê seus passos para o próximo ciclo... 

Força, Luz e Perseverança nessa jornada

Descobrindo quem eu sou

Posted by Magali Marcadores:



Quem nós somos? Quem eu sou? Como me descobrir? Como perceber o que sou? Como estar consciente? É possível controlar meus pensamentos? Posso dominar as minhas emoções?
Segundo a tradição védica (Indiana), para descobrir quem somos primeiro é necessário descobrir quem ou o que não somos. É necessário descobrir que não somos isso ou aquilo, que não somos o corpo, que não somos os pensamentos, que não somos a emoção, que não somos uma identidade, que não somos um nome, que não somos um número.
Ao se desfazer de todo esse véu de identidades, é possível ter um vislumbre de quem realmente somos: a consciência, o observador, a testemunha.
  • Você não é o seu corpo. O seu corpo é feito de mais de milhões de células e essas células estão morrendo e se reformulando a todo tempo. As células são feitas de átomos, que são iguais a qualquer átomo no universo ao redor de nós. Nesse exato momento, vários processos estão ocorrendo no seu corpo, digestão, crescimento de pelos, ativação do sistema imunológico. Tudo acontece sem o seu esforço.
  • Você não é seus pensamentos. Pensamentos continuam indo e vindo, não importa o quanto você foca ou medita. Aos estar consciente dos seus pensamentos, você se percebe algo antes, além dos seus pensamentos. Se você fosse os seus pensamentos, não seria capaz de percebê-los. Perceber é separá-los de você e se manter distante desse processo. É criar um espaço entre você e seus pensamentos. Na meditação, ficamos um passo atrás desses pensamentos, mas não os controlamos. Não podemos saber o que vamos pensar nos próximos segundos, mas podemos, no momento presente, estar consciente deles. Quanto mais resistimos aos pensamentos, mais eles persistem. Reconheça-os. É natural à mente pensar, não há nada de errado nisso. Pensamentos são como trens que param na nossa estação, apenas, os perceba. Se você se pegar dentro de um, apenas desça e retorne à estação. Não resista, não julgue e não critique.
  • Você não é as emoções. O que vale para os pensamentos também vale para as emoções. Não somos o que podemos observar, ou seja, você apenas observa, mas não pode ser aquilo que observa. Se tivesse o controle total sobre as emoções, você escolheria nunca ficar mal, não é verdade? Se você fosse suas emoções, elas não lhe trariam nenhum tipo de problema.
Você é a consciência, a presença, o ser, a vivência. A sua natureza é a presença, todo o resto é distração. Pensamentos e ideias, emoções e imagens, desejos, medos e ações chegam, mas não é você.  Você está consciente deles, você os testemunha.
Você está consciente de tudo, tudo chega a você na consciência, pois isso não existe de fato: iluminação, despertar, inconsciência ou separação. Tudo se torna uma ilusão sobre o plano de fundo da consciência.
TUDO ESTÁ ACONTECENDO NO MOMENTO PRESENTE, VOCÊ NÃO PODE FUGIR DISSO.

Para praticar:
1- Na próxima vez em que perceber uma emoção, ao invés de dizer que você é ou está assim, diga: Eu observo a minha mente _______ (emoção).
Ex. De “eu estou triste” para “eu observo a minha mente triste”; de “eu estou com raiva” para “eu observo a minha mente com raiva”.
2-Na próxima vez em que perceber uma dor ou desconforto, ao invés de dizer que você é ou está assim, diga: Eu observo o meu corpo _______ (desconforto).
Ex. De “eu estou com dor de cabeça” para “eu observo o meu corpo com dor de cabeça”; de “eu estou dolorido” para “eu observo o meu corpo dolorido”.
3-Na próxima vez em que perceber um pensamento limitante, ao invés de dizer que você é ou está assim, diga: Eu observo a minha mente _______ (qualidade).
Ex. De “eu sou tímido” para “eu observo a minha mente tímida”; de “eu estou com medo” para “eu observo a minha mente medrosa” ou “meus pensamentos medrosos”.

Observa os teus pensamentos assim como observas o movimento na rua, como observas as nuvens flutuando no céu. As pessoas vêm e vão; registra isso sem resposta, sem qualquer reação. Pode não ser fácil no início, mas, com alguma prática, irás descobrir que a tua mente pode funcionar em vários níveis ao mesmo tempo e que podes estar ciente de todos eles. Apenas quando tens um forte interesse num nível específico é que a tua atenção é aprisionada nele e os outros níveis te são ocultos. Quando você está interessado na verdade, na realidade, você deve questionar todas as coisas, mesmo sua própria vida. Ao crer na necessidade de uma experiência sensorial e intelectual emocionante, você limita sua investigação à busca de satisfação e de conforto e não vai à busca da Verdade. Enquanto houver um corpo e uma mente para proteger o corpo, existirão atrações e repulsões devidas às limitações da mente individual em face de suas ilusões, suposições, crenças, cultura etc. Existirão no campo dos fatos, mas não devem trazer preocupação para aquele que está compreendendo. O foco de sua atenção estará em outro lugar, além da mente. Não estará distraído. Este que vê o tudo isto e também vê o nada, é o mestre interior, aquilo a que damos o nome de Deus. Só ele é; todo o restante parece ser. Ele é seu próprio ser, sua esperança e segurança de liberdade, encontre-o e una-se a ele, isto é; perceba-o, e estará a salvo e seguro”. A Libertação não é uma aquisição, mas uma questão de coragem de aceitar que você já é livre e de agir com base nisso. (Do livro “Eu sou aquilo”, de Shri Nisargadatta Maharaj).



E, ainda, se diz que o conhecimento não é essencial para mudanças de ciclos, transformações necessárias... E você... Ainda, acha que conhece tudo? 

Força, Luz e Paz